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domingo, julho 28, 2013




Crossovers são histórias onde personagens de mundos diferentes dos quadrinhos, livros, séries ou filmes se encontram, como por exemplo super-herois da Marvel dando as caras no universo DC Comics ou ainda Percy Jackson indo dar umas voltas nos arredores de Hogwarts, etc.




Grande parte surge pelas mãos de fãs que desejam que seus personagens favoritos se encontrem para enfrentar um inimigo em comum (ou para se enfrentarem até que alguém saia vencedor).

Eis que em um fatídico dia, caí por acidente em um vídeo do Youtube que mudou minha forma de ver o mundo crossover fan-made: Super Mario Bros Z, criado por Alvin Earthworm e disponibilizado na comunidade Newgrounds.





Partindo de princípios diferentes



Ao contrário do que muita gente esperava, Super Mario Bros Z não é um crossover onde o encanador enfrenta Sonic para provar quem é o maioral.

A série (indicada para a faixa etária acima dos 13 anos) é composta por 8 episódios e algumas cenas do descontinuado episódio 9 (infelizmente o autor abandonou o projeto). Ainda assim todos os capítulos somam quase quatro horas de animação.

E por falar em animação, Super Mario Bros Z foi todo desenvolvido em Flash e com sprites e outros componentes dos jogos do Mario e Sonic. Tudo indica ainda que a série sofreu forte influência de Dragon Ball Z e Matrix.




It's a crazy Mario / DBZ crossover!
- descrição retirada do site oficial.






A história começa em um dia comum em Mushroom Kingdom.

Durante uma corrida entre Mario e Luigi contra Wario e Waluigi, Bowser surge com seus (já repetitivos) planos contra os irmãos encanadores, dessa vez armado com um Stone Mushroom que o torna mais poderoso e mortífero.

Mario tenta confrontá-lo, mas o poder de Bowser é superior ao seu.

Quando está prestes a ser derrotado, a aparição de dois seres misteriosos interrompe a luta e salva o encanador. De dentro de uma cápsula teleportada para dentro do Reino dos Cogumelos, Sonic e Shadow revelam suas identidades e parecem estar à procura dos Mario Brothers, pois Mushroom Kingdom corre grande risco.




As sete Esmeraldas do Caos foram transportadas de Mobius para o mundo dos encanadores, e precisam ser encontradas antes que um antigo inimigo do ouriço azul as use para ganhar o poder máximo.


Tem muita luta e pancadaria!




Depois do primeiro episódio a animação se resume a um desenrolar de enredo bem simples, envolvendo os personagens do mundo de Sonic, Mario e muita pancadaria grátis.






É divertido ver golpes famosos dos games e as trapalhadas dos personagens ao longo dos episódios, pois todos os movimentos fluem muito bem, o que é mais que fantástico para algo feito em Flash.





As cenas são feitas em side-scroll, e por usarem os gráficos dos games, provocam a impressão de que está vendo um gameplay.

Infelizmente os personagens não foram dublados e toda a história acabou sendo apenas legendada, o que talvez seja bom, já que atuações ruins poderiam acabar com a graça da animação. Para compensar, é possível ouvir algumas frases famosas retiradas diretamente dos games como "It's me, Mario!", "Alright!", "Chaos Control!" e outras.

A trilha sonora é toda baseada em remixes de clássicos dos games. Conta também com músicas conhecidas de animes e filmes.


E superou minhas expectativas




SMBZ é bem legal. O que pode ser frustrante é apenas a ausência de continuidade para uma série tão boa.




A animação repercutiu tão bem entre o público gamer que muitos fãs passaram a desenvolver suas próprias continuações para Super Mario Bros Z. Vale a pena dar uma conferida.



No canal abaixo você pode assistir a animação em várias línguas (inclusive em português): 


Ou, se preferir, pode assistir a versão original em Flash e em inglês na página da comunidade Newgrounds:








Super Mario Bros Z - Quando Esmeraldas do Caos vão parar no Reino dos Cogumelos

segunda-feira, julho 22, 2013




Já estive no centro de São Paulo em diversas ocasiões (mentira, só fui ao centro uma vez quando era criança e nos últimos meses tenho ido com frequência por causa das lojas de eletrônicos na Santa Ifigênia), mas sempre tive curiosidade quanto ao bairro da Luz por causa do Museu da Língua Portuguesa, que se situa na estação de trem das redondezas.


Visão da estação de uma de suas passarelas. 

No último domingo tive a oportunidade de ir conhecê-lo e, como habitual, não pude evitar dar uma passada na Pinacoteca do Estado de São Paulo localizada bem em frente à estação. Gostei bastante de ambas as exposições, valeu a pena ter ido. Já deixo claro, no entanto,  que o Museu da Língua Portuguesa me chamou bem mais atenção devido a seu enfoque literário.




Museu da Língua Portuguesa


Meu passe para dentro do museu custou R$ 6 (na verdade, como sou um estudante dedicado, paguei apenas R$ 3). Até dezembro haverá gratuidade de ingresso às terças-feiras e aos sábados.

Logo depois de pagar recebi um ingresso para assistir a um pequeno filme sobre a história da língua portuguesa que começaria às 10h15. O problema é que já eram 10h17. O simpático ascensorista de um dos elevadores do edifício recomendou que aguardasse a sessão das 11h, mas me distraí tanto pelas galerias que acabei indo assistir somente meio-dia.

No tempo seguinte me dediquei a uma exposição sobre a vida e obra de Rubem Braga, autor que estudei durante os períodos de colégio.


Rubem Braga começou a trabalhar como jornalista aos 15 anos, e escreveu até o fim de seus dias.



O museu estava dividido em três andares. O primeiro é o das exposições temporárias e por isso tem duração de 25 de junho até 01 de setembro. Atualmente está organizado sobre o escritor Rubem Braga e a década de 1940; o segundo mostra o desenvolvimento do Brasil e da língua portuguesa desde seus primórdios; o terceiro andar é reservado à apresentação da história da língua portuguesa.


Cada telefone possui uma gravação da década de 40.


Fiquei algum tempo interagindo com muito material sobre o escritor. Havia máquinas de escrever bem antigas, fotos, pinturas, cadernetas de anotações, artigos de noticiários... Em seguida parti para o segundo andar. Lá tive contato com muito sobre a história do Brasil e a cultura do país. Me interessei bem pela base etimológica que compunha os computadores interativos da seção, e foi legal dar uma olhada na "genealogia" das línguas.

  
Essa "telinha" tem nada menos que 106m de comprimento.

História da língua portuguesa (topo à esquerda); origem e dispersão das línguas (abaixo à esquerda); e objetos de origem africana (à direita).

Nesse andar havia ainda uma sala escura aos fundos. Nela colocaram apenas três mesas interativas com vários fragmentos virtuais de palavras dispostos ao longo de suas superfícies. O objetivo era juntar esses fragmentos para formar palavras (apenas movendo a mão sobre a mesa), e como recompensa havia uma pequena descrição de origem e significado para cada junção de sucesso.


É, me diverti brincando com isso.


Enfim subi a escadaria pro terceiro nível, e após algum tempo de espera pude me aconchegar em uma das poltronas para assistir ao filminho. Era um curta de dez minutos sobre a origem da língua portuguesa. Depois de encerrada a apresentação fomos deslocados para outra sala. Parecia um salão comum, exceto pela escuridão dominante e pelo teto luminoso. Durante vinte minutos ganhamos música, frases de escritores conhecidos, trechos de poemas... Bem legal!

E tudo era projetado ao longo do salão. Bem lindo de se ver e ouvir... Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Monteiro Lobato, Gonçalves Dias...


Um pulinho na Pinacoteca


Bem em frente à Estação da Luz jaz a Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Arte contemporânea, pinturas e esculturas é o que mais pode ser encontrado e apreciado na galeria. Gostei do que vi. As obras, no entanto, estavam bem mais dispersas que no Museu da Língua Portuguesa, o que nos obrigava a percorrer trajetos mais longos para chegar até elas.






A repercussão que a arte tem em nossas mentes é fantástica. Pena eu já estar um pouco cansado quando cheguei à Pinacoteca, pois poderia ter aproveitado mais minha estadia para analisar melhor as obras, conhecer um pouco além sobre a história de cada uma.


Espero poder voltar em breve tanto à Pinacoteca quanto ao Museu da Língua Portuguesa. Tem muita coisa que quero reler, observar e me aprofundar em ambas as exposições.

E você? Já visitou a Luz para enriquecer seus conhecimentos culturais?







Primeira visita ao Museu da Língua Portuguesa e tour cultural pela Pinacoteca de São Paulo

sábado, julho 20, 2013

Não é que eu não goste de frequentar a escola (na verdade eu amo o que faço, e isso é indiscutível), mas com a chegada das aulas meu ritmo - que já andava meio lento - vai diminuir um pouco. Então não se espantem com a escassez de postagens minhas no blog.


Sou um aluno dedicado, ok? 


Escola é assim: bobeou, levou rasteira. É claro que dedicação e interesse mudam bem esse cenário para muitas pessoas.

E foi pensando nisso que comecei a lembrar de tantos filmes, livros e seriados que representam esse lugar - em alguns casos, que se torna nossa segunda casa. Algumas histórias inclusive fazem com que a gente reflita e sinta até mais gosto de enfrentar o dia-a-dia de estudante.




De qualquer forma a escola marca momentos importantíssimos em nossa juventude. É lá que conhecemos gente nova e estranha, que fazemos amizades duradouras e, vez ou outra, aprendemos as lições mais difíceis de nossas vidas.


        




E sempre haverá aqueles momentos "what the f*ck????" para bagunçar nossas rotinas, mas faz parte, certo?







Enfim... Farei o possível para arranjar algum tempo para escrever e postar aqui. Já estou até com alguns reviews em mente e alguns planos maiores para pôr em prática com o senhor @lucasmjs. Então que venham os próximos meses, e bom semestre para vocês!

Ah, é! Já ia me esquecendo. Agora eu estou no Twitter compartilhando notícias e baboseiras de meu cotidiano. Sigam lá! @SirJackOficial

E minhas aulas voltaram!

domingo, julho 07, 2013





Tiveram início hoje as competições do Winter Challenge 2013, torneio de robótica organizado pela empresa Robocore e sediado esse ano pelo Instituto Mauá de Tecnologia localizado em São Caetano.







Para quem não sabe, Winter Challenge é considerado uma das maiores competições de robótica da América Latina, reunindo competidores para as seguintes modalidades:


Combate de robôs: preferida entre o público, leva dois robôs oponentes a uma arena cercada para lutarem "até a morte" por três minutos, destruindo uns aos outros com vários tipos de armas.

Sumô de robôs: cada robô deve empurrar o oponente para fora da arena.

Seguidor de linha: o objetivo é seguir uma linha em um plano da forma mais exata possível, sem desvios.

Robot Hockey: equipes compostas por três robôs autônomos disputam partidas de hockey.

Robot Trekking: um robô autônomo deve ser capaz de encontrar pontos fixos em um ambiente aberto.





Confira a seguir o vídeo disponibilizado pela Robocore mostrando alguns momentos do Summer Challenge 2011:






O acesso para visitantes é gratuito. As competições seguem de 7 a 9 de julho (terça-feira) e começam pela manhã às 9h, prologando-se até às 20h. Aos interessados, mais informações aqui.





Winter Challenge 2013

sábado, julho 06, 2013


Provavelmente você já deve ter visto o "Dumb Ways to Die", uma animação que se tornou um viral na internet e, como o próprio nome já diz, mostra maneiras bobas de se morrer.
A animação foi criada por uma agência de publicidade para promover a segurança no transporte público australiano e fez tanto sucesso que além de acumular milhões de visualizações no YouTube, ganhou prêmios no Festival de Cannes 2013.


Outras versões do viral circulam na internet. Uma delas lista maneiras estúpidas de morrer nos vídeo games:

Há também uma outra versão sobre o jogo Minecraft:


Por último (mas não menos importante) temos a versão brasileira. "Dumb Ways to Die in Rio" critica várias coisas que acontecem no Rio de Janeiro (e também no resto do país). Superlotação no transporte público e assaltos são duas das mortes "estúpidas" apresentadas no vídeo, veja:




Maneiras estúpidas de morrer...em um post